domingo, 22 de novembro de 2015

Aborto: Até onde minhas regras alcançam, e a PL5069

Primeiramente, quero deixar claro que o Ligeiramente Gravida é terminantemente CONTRA a prática do aborto. 

Até onde o ser humano é capaz de chegar na satisfação dos próprios desejos? Em que momento a vida humana passou a ser considerada menos valiosa durante sua formação? Desde quando o direito de uns sobrepuseram-se sobre a vida de outros?

Me recuso a acreditar que vivo em um mundo onde onde uma árvore é considerada como um ser vivo, e um bebê no ventre de sua mãe, é considerado um amontoado de células.
Me recuso a acreditar na capacidade que alguns alguns seres humanos possuem de ignorar de 120 a 160 batidas de um pequeno coração.
Me recuso a acreditar que alguém tenha a frieza de colocar sua própria vontade sobre a vida de um ser indefeso.
Ao invés disso, prefiro acreditar na falta de informação. E esse é intuito desse post: informação.
  1.  Nenhum método contraceptivo é 100% seguro, porém podem ser usados conjuntamente (anticoncepcional + preservativo, por exemplo), além da pílula do dia seguinte.  
  2.  A vida começa 7 dias após a fertilização, e não a partir da 12ª semana como pregam alguns defensores da pratica do aborto. A partir do 7º dia da fertilização, o embrião começa a crescer, duplicando de tamanho a dia que passa. Pouco tempo depois, começam a se formar, a placenta e o cordão umbilical, que lhe irão fornecer alimento e oxigênio, retirando dele o que não é necessário. 
    Na semana seguinte, o  bebê já possui espinha e, alguns dias mais tarde, já estarão formados alguns dos ossos da coluna vertebral. Os nervos começam a se desenvolver até o fim da 6ª semana, e, nas duas semanas seguintes, se dará a formação do tubo neuronal, do qual se forma o cérebro, a medula, o coração, o aparelho digestivo, as orelhas, olhos, braços e pernas. 
    Entre a 5ª e 6ª semana após o ultimo período menstrual, o coração do futuro bebê já bate.
  3.  A entrega do filho para a adoção é um direito assegurado às gestantes pelo parágrafo único do artigo 13 do Estatuto da Criança e do Adolescente. De acordo com o dispositivo, a orientação sobre como proceder deve ser fornecida pelas Varas da Infância e Juventude.
  4. Para cada criança na fila de adoção, existem 6 famílias interessadas.
  5. A prática de aborto é legalizada em casos de estupro, malformação congênita e risco de morte da mãe desde 2013.
 A PL5069
O Projeto de Lei nº 5069, proposto pelo Deputado Eduardo Cunha, tem sido muito discutido durante as ultimas semanas, devido às informações errôneas fornecidas por determinados meios de comunicação e redes sociais. Conheça agora O QUE REALMENTE MUDA:
Não importa de que religião você seja. Se acredita ou não em Deus. Você possui total responsabilidade sobre seu corpo, mas quando ele abriga outro ser, as regras passam a ser distintas a esse pequeno habitante. 
Se você tem o direito de não abdicar da própria vida em prol de outra pessoa, por que essa pessoa não pode ter o mesmo direito?


Beijo nos buchinhos...

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Gravidez: mitos e verdades

Assim que a gente descobre que existe um serzinho crescendo dentro de nós, não vemos a hora de espalhar ao mundo a boa nova.
Contudo, basta anunciar a gravidez para que uma avalanche de conselhos, indicações e restrições sejam jogados sobre nossas cabeças. Mesmo muita coisa sendo verdadeira, existem muitas histórias nesse universo de gestante, por isso, é necessário saber filtrar o que é verdade, do que é mito.


  • Muita azia quer dizer que o bebê será cabeludo: Mito. O que causa a azia no inicio da gestação é a grande quantidade de beta HCG produzida pelo organismo nessa fase. A partir da segunda metade da gestação, o que causa o incômodo é a ação da progesterona, que faz com que o estômago demore um tempo maior para esvaziar,  bem como afrouxa as válvulas que impedem que o ácido suba para esôfago, favorecendo o refluxo.
  • Comer chocolate antes da ultrassonografia ajuda a ver o sexo do bebê: Mito. O que facilita a visualização do sexo do bebê é a sua posição, bem como o desenvolvimento das genitálias. Ingerir alimentos doces estimula a movimentação do feto, que pode assumir uma melhor posição para essa visualização.
  • Bolacha água e sal alivia o mal estar: Verdade. Ingerir alimentos leves e com baixo índice de gordura, ajudam a aliviar o mal estar. O que é o caso das bolachas água e sal.
  • O formato da barriga indica o sexo do bebê: Mito. O formato da barriga depende do tamanho do bebê, da sua posição dentro do útero, a quantidade de liquido amniótico, formato da bacia da gestante... Enfim, diversos fatores, mas nenhum ligado ao sexo da criança.
  • Durante a gravidez a mulher sente menos desejo sexual: Nem mito, nem verdade absoluta. O desejo sexual está mais ligado ao estado emocional da mulher do que à gestação. Assim, alumas mulheres sentem um aumento da libido, enquanto outras afirmam sentir menos desejo do que o normal, seja por conta de um simples desconforto, ou até mesmo dores lombares e cólicas, comuns em qualquer gestação.
  • A penetração machuca o bebê: Mito. O bebê esta muito bem protegido dentro do últero, não havendo a menor possibilidade de contato. Porém, em casos de gestação de risco ou parto prematuro, a penetração não é indicada.
  • A mulher sempre sente contrações após a relação sexual: Mito. A relação sexual pode estimular as contrações do útero, porém, isso não é uma regra.
  • O tamanho do bebê influencia o tipo de parto: Verdade. Bebês com mais de quatro quilos tem mais dificuldade de passagem, e geralmente, nascem por cesariana.
  • Gravidas não podem ter contato com gatos: Mito. A lenda gira em torno da toxoplasmose, que pode ser contraída através da INGESTÃO das fezes de gatos contaminados. Porém, observados os cuidados com a higiene, o contato com o animal não acarreta riscos quanto a isso.
  • O risco na barriga significa que o bebê será moreno: Mito. A cor da pele, acabelo e olhos é definida apenas através da herança genética. O aparecimento da linha escura que corre o umbigo é decorrente de efeitos hormonais da gestação.
  • Se a gravida soprar a nuca do marido enquanto ele dorme passa o enjoo para ele: Mito. Não existe forma de passar o enjoo a alguém. Para evita-lo, evite sal, alimentos gordurosos, e deitar após a refeição.
  • A gravida não deve passar sabonete ou hidratante nos mamilos: Mito. O sabonete e as loções hidratantes podem ser usadas de forma moderada, assim como os banhos quentes, pois a pele da gestante fica mais propensa a desenvolver irritações.
  • Os batimentos cardíacos do bebê aumentam quando a mãe fuma: Verdade. Quando a mãe fuma, transmite a nicotina para o bebê, acelerando os batimentos cardíacos e aumentando as chances de aborto espontâneo, ma-formações, dificuldade no aumento do peso ao nascer e partos prematuros.
  • A mulher deve tomar cerveja preta para ter mais leite: Mito. Havia, na Inglaterra, uma cerveja chamada Stout, na qual era adicionada lactose, e recebeu o apelido de milk stout. Por esse motivo surgiu o mito.
  • Ficar sem comer aumenta o enjoo:  Verdade. O enjoo e o mal estar aumentam significantemente quando a gestante fica muito tempo sem se alimentar.
  • Gravidas de gêmeos só podem ter relações sexuais até o 7º mês: Mito. Não há uma data certa para proibir o sexo na gravidez. O que conta é o conforto da gestante e o risco de prematuridade.
  • Não se deve tomar nada diet durante a gravidez: Nem mito, nem verdade. Alguns estudos indicam que o uso de adoçante pode estar associados à ma formações no bebê, porém não existem foram realizadas pesquisas suficientes que proibir seu uso. 
  • Pele de gravida mancha se ficar exposta ao sol:  Verdade. As alterações hormonais da gestação favorecem o aparecimento de manchas.
  • Não existe risco de engravidar durante a  amamentação: Mito. Esse efeito geralmente ocorre nos três primeiros meses por conta da alta quantidade de hormônios ainda agindo no organismo da mãe. Porém, não há garantias de que a mulher não engravide após o parto. 

Lembrando sempre que, qualquer dúvida, é sempre bom perguntar ao seu G.O. Cada organismo é único e cada gestação é de um jeito. Somente seu médico saberá indicar ou restringir o que for apropriado ao seu cada caso.


Beijos nos buchinhos

  

sábado, 4 de julho de 2015

RN. Vale a pena investir?

Nos dias de hoje, onde os preços estão cada vez mais no altos e os salários continuam la em baixo, não da pra ficar fazendo gracinha e jogando dinheiro fora. Mas será que o bem estar dos nossos filhos pode ser incluso nesse quadro?
Passeando por grupos de gestantes, observei que a maioria das recém futuras mamães possui uma grande dificuldade com relação ao tamanho de roupas necessários para o futuro bebê. Claro que cada um faz aquilo que achar melhor para o próprio filho e para o próprio bolso. Mas algumas coisas devem ser observadas antes de decidir partir diretamente para os tamanhos maiores.
Claro que alguns bebês nascem maiores que outros, mas existe uma média de peso e altura. E, baseado nela, foi criada uma tabela de referencia de tamanhos, que é seguida pela maioria dos fabricantes:
O Jorge, por exemplo. Nasceu com 3,025 quilos e 47 cm. O que fez com que ele usasse RN até, aproximadamente, 2 meses e meio. Eu, como gosto das roupas certinhas no corpo dele, prefiro comprar os tamanhos de referencia para cada idade. E para isso, é importante observar quais fabricantes seguem a tabela
Perceberam? Ainda que os tamanhos não batam com a idade do seu pequeno, basta se basear pelo peso e altura indicada para cada tamanho.

Enfim, se me perguntarem se vale a pena investir em roupas RN, minha resposta é sim!

Bjo nos buchinhos <3

A escolha do carrinho

Caso você, como eu, decida não deixar o bebê sozinho no próprio quarto nos primeiros dias, o carrinho será o local onde o bebê passará a maior parte do tempo. Seja em casa, ou quando começarem os primeiros passeios. 
A escolha do modelo ideal deve ser baseada, não só na estética, mas na segurança e praticidade.
Lembre-se que, na maior parte do tempo precisará fazer tudo com uma só mão, e o peso do carrinho, bem como a forma de abrir e fechar deve contribuir para que você não deixe que tudo desabe da sua mão. Também preste atenção especial ao tamanho das rodas, já que algumas podem prender entre paralelepípedos e causar acidentes. 
Na hora de escolher o tipo do carrinho, também deve ser observada a finalidade que você dará a a ele:

Tradicional: Primeiro modelo que a família costuma comprar, o carrinho tradicional é mais resistente e pode ser usado por muito mais tempo, desde o nascimento até os 3 anos. O peso pode variar de 8 a 23 quilos. Hoje em dia, a maioria dos carrinhos tradicionais é vendida em conjunto com o bebê conforto, que também serve de cadeirinha para automóvel. Esse kit,  é conhecido como Travel System ou 3 em 1.

Passeio ou Guarda-chuva: Ideal para carregar para todo lado, o modelo compacto que costuma pesar entre 4 e 6 quilos, e suporta crianças de até 15 quilos. É recomentados para crianças que já ficam sentadas, a partir dos 6 meses. Podem não ser muito confortáveis, especialmente para dormir.  

Três rodas ou Cooper: Como o próprio nome diz, esse tipo de carrinho foi projetado para pais que desejam praticar exercícios com o bebê. Da mesma forma que o Guarda-chuva, é recomentado a partir dos 6 meses, podendo ser usado até os 4 anos, suportando um peso máximo de 20 quilos. As rodas desse modelo são maiores que as do carrinho tradicional, tornando-as mais rápidas e fáceis de conduzir. Apesar disso, costumam ser bem pesados, de 13 a 20 quilos. A maioria dos modelos também permite acoplar o bebê conforto ou moisés. 

Carrinho duplo: Recomentado desde recém nascidos até os 4 anos, o carrinho projetado para carregar 2 bebês, pode possuir cadeiras paralelas ou em forma de trenzinho (uma atras da outra). Caso decida pelo primeiro tipo, verifique antes a largura das portas de casa e o tamanho do porta-malas do carro. Suportam até 20 quilos.


Lembre-se, independente do modelo escolhido, exitem carrinhos mais luxuosos assim como, mais em conta. O que realmente importa na hora da escolha é a segurança do seu pequeno.

Bjo nos buchinhos <3




O dilema do enxoval: o que comprar?

No momento em que descobrimos que um novo e pequeno ser habita dentro de nosso ventre (uau, falei bonito), não vemos a hora de saber o sexo para começar a comprar todas aquelas roupinhas nas quais a gente sempre baba quando passa em frente as lojas infantis.
Quando, porém, chega o momento de inciar as compras, um problema aparece: oque comprar? Vivemos uma batalha interna entre a vontade-de-enlouquecer-e-comprar-a-loja-inteira e a necessidade de economizar. 
Eu, que não sou filha do Eike Batista, precisei segurar minha franga e me focar nos itens de extrema necessidade. Claro que, com a ajudinha da vovó, acabou ficando tudo do jeito que eu imaginava.
Primeiro de tudo, deve-se pensar que existem 3 tipos de itens: Os estritamente necessários (aqueles que você realmente vai precisar usar), os necessários (que você pode precisar usar) e os supérfluos (quantidades a mais e decoração).

Os estritamente necessários: 

  • Bodys e Mijões: Não tem jeito. Ao menos 3 de cada deverão estar em mão assim que o bebê nascer. Mesmo você podendo lavar logo após trocar o bebê, um terceiro body é importante caso haja algum imprevisto, como mal tempo interferindo na sua secagem, ou mesmo uma explosão nada cheirosa de cocô.
  • Macacões: Pelo mesmo motivo que o body, 3 é a quantidade mínima indicada, já que independente da estação em que o bebê nasça, o recém nascido precisa de uma maior proteção contra friagem, já que, estando 9 meses dentro do útero quentinho, o mínimo frio pode desencadear uma complicação.
  • Meias: Também visando manter o pequeno aquecido, ao menos 2 pares para alternar entre lavagens.
  • Luva: Também para aquecer, mas principalmente, para proteger a mãozinha do bebê de bactérias, 2 pares são de extrema necessidade, princialmente em dias frios.
  • Tesourinha ou cortador de unha: Eu, particularmente, prefiro a tesourinha na hora de cortar a unha do Zozi. Cheguei a comprar o cortador, mas acabei cortando um tequinho do dedinho dele :'( e nunca me senti tão mal em toda a minha vida. A tesourinha é muito mais segura, mas também exige cuidado por conta de sua ponta. Esse item é super importante, pois a unha do pequeno cresce em uma velocidade absurda, e caso a luvinha caia de sua mãozinha, ele pode se arranhar, e muito!
  • Shampoo ou sabonete para cabelo e corpo: Independente do se bebê ter ou não cabelo. Prefira os anti-alérgicos.  
  • Cotonetes: 1 caixinha para garantir a limpeza dos ouvidos e nariz do pequeno.
  • Pomada anti-assaduras: Apesar de existirem diversa marcas mais baratas, procure uma em que você confie. O bumbum do seu bebê agradece. 1 caixa, de inicio.
  • Fraldas descartáveis: Dispensa explicação, certo? Ao menos 2 pacotes em mãos para quando o pequeno decidir chegar.
  • Algodão ou lenço umedecido: Para a higiene do bebê. 1 pacote, de inicio.
  • Fralda de pano grande: Podendo ser cortada ao meio, por conta de seu tamanho, a fralda de pano pode ser usada para limpar a boquinha do bebê, para sua higiene durante a troca de fralda, e até mesmo para sua secagem após o banho em seus primeiros dias, quando sua pele ainda é muito sensível. Ao menos 6 unidades.
  • Manta de lã: Como já foi dito, o pequeno tende a ser muito mais sensível ao frio nos primeiros dias e a manta é levinha, por isso não incomoda o recém nascido.
  • Cobertor anti-alérgico: Necessária para o caso do frio apertar e a manta não bastar.
  • Cueiro: O cueiro serve para ser colocado entre a pele do bebê e a manta ou cobertor. Pode ser substituído pela fralda de pano.
  • Carrinho: Mais importante do que o berço, nos primeiros dias é o lugar onde o bebê passará a maior parte do tempo após o nascimento. Durante a escolha do carrinho, faça questão de assegurar que o modelo atenda às normas de segurança necessárias. Pelo bem estar do seu bebê, vale o investimento.
  • Lençol: Ainda que o bebê utilize a penas o carrinho, não é indicado coloca-lo diretamente sob o mesmo. Além do mais, você vai agradecer quando o bebê vomitar ou fazer caquinhas no mesmo. Pode ser substituído pelo cueiro ou fralda.
  • Cômoda ou roupeiro infantil: Apesar de não ser um item muito barato, é importante que o bebê tenha um espacinho só dele para que suas roupas e artigos de higiene sejam guardados em local seco e livre de poeira. 
  • Banheira: Da mesma forma que o carrinho, observe se a escolhida atende às normas de segurança.
  • Sugador Nasal: A narina do bebê é muito pequena e, muitas vezes, nem mesmo o cotonete cabe, sendo necessário aspirar a secreção.
  • Kit Higiene: Importante para manter, em mãos, os itens de higiene do bebê (algodão, cotonetes e fraldas)


Os necessários:

  • Berço: Caso decida iniciar a vida do pequeno já em seu próprio ambiente, tenha em mente que a escolha do berço é muito mais uma questão de segurança do que estética. Muitos deles não estão dentro dos padrões indicados, por isso analise muito bem antes de comprar.
  • Abajur: Pode parecer um item supérfluo, mas não é. Caso seu bebê tenha o próprio quarto, é importante não mante-lo em total escuridão, assim como é desaconselhável que esteja completamente iluminado. Existem alguns modelos bem em conta conectáveis em tomadas.
  • Poltrona de amamentação: A hora da amamentação é um momento muito importante entre você e seu filho, e exige cuidados especiais quando ao posicionamento. Uma posição desconfortável pode interferir diretamente no aleitamento, dificultando a sucção do leite. A poltrona de amamentação facilita a postura ideal.
  • Almofada de amamentação: Um item em que não investi acreditando ser desnecessário, acabou me fazendo muita falta. A almofada sustenta a maior parte do peso do bebê evitando que você tenha dor nas costas.
  • Escova de bebê: Caso seu bebê nasça com cabelo, você não querer que ele ande todo bagunçado. A maioria custa bem baratinho.
  • Cabides infantis: Caso opte por guardar as roupinhas do seu pequeno em roupeiro, não se esqueça de comprar, ao menos 1 duzia de cabides. 
  • Toalha de banho: Opte por aquelas com uma fralda embutida para garantir que a pele do bebê não seja arranhada.
  • Lençol de berço: Caso opte pelo berço, tenha ao menos um lençol para não deixar o bebê em contato direto com o...
  • Colchão: Preste atenção ao tamanho. Existe o perigo bebê prender a mão ou o pé, caso haja espaço entre o mesmo e a grade. No meu caso dei preferência ao modelo anti-refluxo. Vale a pena o investimento.
  • Travesseiro: Não é aconselhado nos primeiros dias do bebê, mas caso opte por usa-los, escolha pelos modelos ante-sufocamento (com furos).
  • Protetor de berço: Este item costuma gerar uma certa polêmica quanto a sua utilização, por conta do risco de sufocamento. Em contra-partida, o seu "não uso" aumenta o risco do bebê prender mãos e pés entre as grades, bem como bater a cabeça nas mesmas. Caso decida usa-lo (como eu), escolha modelos sem detalhes passíveis de se soltar, bem como prender o bebê, como botões, fios e outros adereços. 
  • Mosqueteiro: Iten de extrema necessidade caso você, como eu, more em local onde existam muitos insetos. As vezes em que deixei o Jorge dormir no carrinho, levei um susto ao acordar e perceber a quantidade de picadas de pernilongos.
  • Bebê conforto: Algumas maternidades só permitem a saída do bebê em bebê conforto. Assim como os demais acessórios, garanta que o modelo esteja dentro das normas de segurança. 


Supérfluos:

  • Cortina: Caso o bebê tenha o próprio quarto, você pode optar pelo uso de cortina, que dificulta a entrada de luz e friagem, bem como, torna o local mais aconchegante.
  • Ursos de pelúcia e brinquedos: Claro que o recém nascido não vai brincar com nenhum dos dois. Inclusive, mantenha-os longe do berço caso decida usa-los na decoração.
  • Demais decorações: O próprio quarto é o primeiro ambiente do bebê. Use a criatividade. Um quarto bonito nem sempre necessita de grande investimento.
  • Bicos e chupetas: Caso opte por oferecer ao seu bebê, compre apenas uma primeiramente. 
  • Saída de maternidade: Você pode escolher um modelo especial para dia em que seu bebê vai para a nova casa. A maioria dos kits vem com um macacão decorado, uma manta e uma touca. O preço costuma ser um pouquinho salgado e você pode pedir de presente para a futura vovó. Que tal?
  • Outras roupinhas: Existem diversos modelos de roupinhas para recém nas nascido além dos bodys e macacões. Caso tenha condições, entregue-se ao consumismo e divirta-se!
  • Nem todos os bebês aceitam usa-las.


Por mais que sejam inseridos ou retirados itens, aconselhados e desaconselhados, lembre-se que você, e somente você conhece suas limitações e dificuldades. Nos primeiros dias, a unica coisa de que seu bebê REALMENTE NECESSITA, é seu leite e seu amor. O resto, é resto.

Bjo nos buchinhos <3

domingo, 29 de março de 2015

Ele chegou!

Ás 11 horas e 34 minutos do dia 25 de março de 2015, nascia o maior amor da minha vida! 



Eu sempre ouvi a respeito do amor de mãe. Da, quase, devoção por aquela criaturinha que sai de dentro de nós... Que é parte de nós... 
Confesso, sempre vi um certo exagero. 
Hoje, quando olho cada linha, cada dobrinha, cada detalhe do meu bebê, e já não me surpreendo quando lágrimas começam a escapar de meus olhos, percebo que não existe exagero algum. É pouco! É um sentimento tão inexplicável, tão puro, tão... Aiai... 
Durante a gestação, a gente cria um amor, que parece o maior do mundo... Mas nada se compara ao que a gente sente quando vê o filho pela primeira vez... 
Só vivendo pra saber... 

Bem vindo meu príncipe, minha vida, meu tudo! Meu Jorge Henrique <3

sábado, 7 de março de 2015

Parto normal x Cesariana

Mãezinha lindas do meu coração, antes de dar inicio a este post, quero deixar claro que meu intuito não é convencer ninguém de coisa alguma, muito menos influenciar na decisão de cada uma. Muito pelo contrário. O que desejo, é mostrar que ambos procedimentos possuem seu lado bom e ruim.

...                             

Sempre que entro em páginas ou grupos sobre gravidez, me deparo com a polêmica discussão que envolve o tipo de parto. Confesso que, muitas vezes, participei de algumas devido a certos comentários que, a meu ver, chegam a ser arbitrários.
Muitas mulheres acreditam serem "mais mães" que outras por terem escolhido sentir todas as dores do parto. Respeito tal opinião, desde que ela não seja imposta à outras que não compartilham do mesmo pensamento.
Outras, afirmam não ser, a cesariana, um parto por tratar-se de um procedimento cirúrgico. Ora, se partíssemos dessa premissa, o parto normal que necessitasse de episiotomia também não seria.
Mas acalmem os ânimos que AMBOS são SIM considerados partos. E uma mulher NÃO é menos mãe por não parir pelas vias, digamos, normais.

PARTO NORMAL: Realizado via vaginal, o parto normal ocorre quando não há interferência cirúrgica dependendo exclusivamente do organismo da gestante.
Vantagens: Quando o trabalho de parto se incia espontaneamente, bem como a posição do bebê favorece a saída, costuma ser rápido e a dor sessa logo após seu término. O leite desce mais rápido, e a mãe pode amamentar na mesma hora.
Desvantagens: Quando a mulher não entra em trabalho de parto, é necessária a indução através de soro intra-venal. Caso a bolsa tenha estourado, pode demorar até 12 horas até que haja a dilatação suficiente para a saída do bebê (de 8 a 10cm), e caso esta não seja alcançada até o final deste prazo, o bebê pode entrar em sofrimento devido à falta de oxigênio pela ausência de liquido amniótico, sendo necessária uma cesariana de emergência. Outro fator que, apesar de não determinante, é levado em conta na hora do parto, é a posição do bebê. Caso o mesmo esteja sentado, pode dificultar a passagem, aumentando a dor.
Contraindicações: No caso da existência de fatores de risco durante a gravidez, o parto normal não é a melhor opção. Entre estes fatores estão: Hipertensão materna, doença cardíaca fetal ou materna, placenta prévia ou descolamento de placenta, câncer de colo uterino, doenças transmissíveis para o bebê durante a passagem, posição do cordão umbilical em relação ao pescoço do bebê e a posição transversal do mesmo dentro do útero. Existem ainda, contraindicações absolutas como a macrossomia fetal, onde o bebê possui peso igual ou superior a 4.500, má formação da pelve e sofrimento fetal detectado durante o trabalho de parto (batimento cardíaco fetal abaixo de 100bpm)
Mito: Diferente do que muitos pregam, neste tipo de parto, não é o bebê quem escolhe a hora de vir ao mundo, mas sim o organismo da mãe que "expulsa" o feto.  

PARTO CESÁRIO: Realizado cirurgicamente, após anestesia epidural, raquidiana ou uma combinação entre as duas, na cesariana são cortadas 7 camadas de pele da região acima da pélvis, de onde é retirado o bebê. É indolor, mas como todo procedimento cirúrgico, necessita de um período para recuperação.
Vantagens: Pode ser agendada com antecedência, no dia e horário que melhor convirem à mãe. É indolor e costuma demorar por volta de 40 minutos. Quando existe risco para a mãe ou para o bebê, a interferência cirúrgica se faz imprescindível para a sobrevivência de ambos.
Desvantagens: Recuperação completa mais demorada, e por vezes, dolorida. E, em alguns casos pode ocorrer prisão de ventre. Como todo procedimento cirúrgico, de grande porte, ainda que simples, podem ocorrer complicações. O leite demora um pouco mais para descer e não é possível amamentar logo após o nascimento.
Contraindicações: Não existem contraindicações determinantes para sua realização.
Mito: Após o parto cesáreo a mulher pode andar, lavar o cabelo e cuidar do bebê.

Enfim mamães, ambos os tipos de parto possuem seus benefícios e riscos, cabendo à cada uma escolher, com bom senso, a que mais lhe agrada. Ninguém é mais ou menos mãe por conta da forma como pariu, assim como nenhum parto é igual a outro. A mesma mulher pode ter um primeiro parto normal maravilho e o segundo ser um pesadelo, e o mesmo vale para cesariana. O que importa nessa hora, é pensar em você e no seu bebê, bem como no bem estar de ambos.

FAÇA VALER SEU DIREITO!



Beijo nos buchinhos...